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Rastreabilidade de alimentos: saiba o que é e sua importância

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A preocupação da sociedade em relação à qualidade dos alimentos e os altos índices mundiais de contaminação, principalmente entre o público infantil, levou o governo brasileiro a estabelecer um sistema de rastreabilidade de alimentos.

É válido destacar que no território nacional, os tipos mais comuns de contaminantes resultam de bactérias, vírus e em menor percentual, substâncias químicas. Por esse motivo, é necessário o acompanhamento da produção alimentícia e o esclarecimento da população que consome os produtos. 

Com essa perspectiva, elaboramos um artigo para explicar a importância da lei nacional para saúde e bem-estar da sociedade. Acompanhe a leitura e fique bem-informado sobre o assunto. 

O que é rastreabilidade de alimentos?

Em primeiro lugar é importante esclarecer que a rastreabilidade de alimentos é resultado do alto índice de contaminação por alimentos frescos como frutas e vegetais. Para se ter uma ideia, um levantamento realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS, 2020) revela que, uma em cada 10 pessoas adoecem no mundo, por consumir alimentos estragados. 

Desse modo, o sistema de rastreabilidade foi estabelecido para controlar quem produz e distribui um lote de alimentos comercializados no varejo. Utilizando recursos digitais, são criados códigos que facilitarão a identificação e responsabilização de quem vendeu o produto. 

Vale lembrar que no território nacional, as regras foram estabelecidas a partir da Instrução Normativa Conjunta (INC nº 2, 2018), do MAPA e Anvisa. Entre os principais objetivos estão, a rastreabilidade de produtos vegetais e dos processos produtivos e de comercialização. 

Em outras palavras, os órgãos responsáveis conseguem fiscalizar com mais efetividade, o uso de agrotóxicos no setor primário, bem como atuar preventivamente na contaminação por substâncias químicas, físicas e microbiológicas.  

 

Qual a importância da rastreabilidade de alimentos?

No cenário nacional, o projeto de rastreabilidade de alimentos foi desenvolvido com objetivo de identificar a origem dos produtos comercializados por uma cooperativa que eram colhidos e enviados ao mercado, por intermédio de terceiros (atravessadores). 

O grupo de atravessadores reunia produtos de vários grupos de agricultores, misturava e entregavam aos centros de comercialização, impossibilitando a identificação de origem dos vegetais, tubérculos, folhosas e frutas. 

Ou seja, em um lote existiam itens de diferentes regiões do país, cultivados em sistemas de produção distintos (convencional e orgânico), sem um controle de qualidade que definisse uma padronização. Sendo assim, o impacto direto foi o encurtamento do tempo de prateleira e os valores depreciados. 

Com uso de ferramentas tecnológicas, os responsáveis pelo projeto criaram um aplicativo no qual o produto registra dados como: perfil, origem geográfica do produto, sistema de produção, quantidade disponível para entrega, ponto de colheita e expectativa de preço. 

Na outra ponta, o comprador (comércios de alimentos) pode avaliar as opções em tempo real e formalizar o pedido a partir das necessidades de recebimento, condições de pagamento e quantidade de itens. Desse modo são geradas etiquetas para embalagens contendo um código de rastreabilidade no sistema QR-Code. 

Vale lembrar que antes desse procedimento, alguns compradores usavam o pretexto de que a falta de qualidade era responsabilidade do agricultor. Dessa maneira, além de não assumir nenhum ônus de possíveis contaminações, podia até se negar a pagar pelo lote ou conseguir descontos consideráveis, prejudicando o trabalho do produtor. 

 

Vantagens da rastreabilidade para toda a sociedade

A percepção da população brasileira sobre os produtos que consome aumenta conforme o nível de esclarecimento sobre benefícios e riscos. Desse modo, dois índices se destacam na percepção dos entrevistados, em uma pesquisa realizada pelo projeto Estilos de Vida

No grupo avaliado, 57% apontaram que dão preferência a produtos mais saudáveis e 42% estão mudando hábitos de consumo para reduzir o impacto no meio ambiente. Complementando o perfil de entendimento sobre consumo, 73% dos respondentes informaram que estão dispostos a pagar um preço mais alto por marcas comprometidas em preservar o ecossistema local. 

Com esse entendimento, é possível comprovar que a rastreabilidade dos alimentos conecta todos os entes da cadeia produtiva até a chegada do produto na mesa da população. Lembrando ainda, que empresas adequadas ao sistema se destacarão nos mercados interno e externo. 

A título de esclarecimento, confira algumas das vantagens observadas pelos produtos e comerciantes:

  • Reconhecimento no mercado;
  • Ampliação do relacionamento com fornecedores;
  • Produtos com adequação aos padrões mundiais de identificação;
  • Valor agregado do produto;
  • Segurança e qualidade dos alimentos;
  • Melhor gestão do estoque.

 

Dessa forma, fica compreendido que a rastreabilidade de alimentos é imprescindível para o setor produtivo, cadeia varejista e consumidores. Ao fornecer informações verídicas e confirmar os cuidados na produção, toda sociedade é beneficiada. 

A CISBRA está no mercado há 30 anos com o compromisso de oferecer produtos com alta qualidade produtiva. Por isso, desenvolve o programa de Monitoramento da Produção de Grãos, de modo a garantir boas práticas e a rastreabilidade de toda a cadeia produtiva. 

Como resultado, os produtos comercializados oferecem uma margem de pureza de 99,9%, além de serem personalizados (mix de grãos) conforme a necessidade dos clientes.

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